segunda-feira, 14 de julho de 2014

DELINEADOR: o produto mais temido pelas mulheres!

Não adianta! O delineador é considerado o “vilão” da maquiagem! São poucas as mulheres que conseguem usá-lo sem precisar ficar horas na frente do espelho tentando acertar o traço! Mas antes de conseguir de primeira, ele requer algumas habilidades que, felizmente ou infelizmente, adquirimos com muita prática, que é nossa grande aliada para aperfeiçoar as técnicas necessárias para cumprir todas as etapas da maquiagem. Além disso, o processo de se auto maquiar, para ser bem sucedido, depende do lugar escolhido para fazer a maquiagem, iluminação, posição das mãos e até mesmo da qualidade do produto usado. No caso do delineador, o primeiro passo é escolher qual tipo é adequado para o seu estilo de vida e habilidade. Hoje encontramos no mercado o delineador líquido, em gel, pasta e até mesmo em caneta. O pincel que é vendido junto com o produto também precisa ser levado em consideração, porque, na verdade, é ele o grande “vilão” – dependendo do seu formato ele pode dificultar o seu trabalho!

Lançamento que deu o que falar: They´re Real, da Benefit. O delineador em pasta geralmente já vem com o pincel para aplicação

Encontramos diversos tipos de delineador no mercado

Antes de dar sequência no assunto, para ficar mais claro, conheça a nomenclatura usada pelos Maquiadores Profissionais:


  •        Pálpebra Superior (A) e Inferior (B)
  •              Cantos externos (C) e Internos (D)
  •        Linha de Transferência ou Côncavo (E)
  •        Sobrancelhas (F)

Feito isso, a posição das mãos contribui (e muito!) para o resultado final. Uma mão sempre precisa ajudar a outra e isso é treino! Para o delineador mais ainda, e uma “esticadinha” aqui e ali facilita a aplicação do produto.  


Os números 1 e 2 ilustram o sentido para “esticar” a pele antes da aplicação do delineador, independente do formato dos olhos, e principalmente se a pálpebra móvel apresentar sinas de flacidez. Dessa forma facilita realizar desenho, que precisa ser feito sempre com a ponta do pincel. E lá vai mais um desafio: o certo é puxar a pele com uma mão e passar o delineador com a outra! Quem não tem habilidade para trabalhar com o delineador, o traço pode ser feito de três maneiras:

  • Do centro dos olhos para o canto interno (com um traço mais fino) e, em seguida, do centro dos olhos para o canto externo (engrossando o traço);
  • Do canto interno até o canto externo, sem tirar o pincel da pálpebra superior;
  • Do canto externo até o canto interno (SIM! Tem gente que só consegue passar ao contrário);
Além de saber passar o delineador, durante a sua aplicação precisamos levar em conta algumas regrinhas e truques que são nossos aliados na hora do desespero:

  • ERROU? Não tente corrigir o traço com outro traço por cima! Se o segundo não der certo a tendência é deixá-lo cada vez mais grosso podendo estragar todo o trabalho que já foi feito!
  • Para corrigir, jamais use demaquilante! Passe base (ela limpa tudo, até sombra!) em um cotonete e retire somente onde precisa ser corrigido. Se for preciso, retoque a sombra com a cor predominante e refaça o traço sem engrossar!
  • Olhos pequenos e fundos ficam melhores com um traço bem fino, rente aos cílios. O traço grosso diminui ainda mais os olhos;
  • Para disfarçar as pálpebras caídas, faça um traço bem fino e que não ultrapasse o canto externo nos olhos. O estilo “gatinho” deve ser usado somente por quem tem olhos grandes e pálpebras firmes!
E por falar em estilo “gatinho”...

O delineador só foi valorizado depois que surgiu o “gatinho”! Apesar de parecer ser um estilo atual, nos anos 50 estava no auge: era item indispensável na maquiagem para se conseguir o tal “olhos de gazela” – bem marcados, modelados por sombra, lápis de sobrancelha, rímel e, claro, delineador. Hoje já existem diversas formas para incrementar o desenho nos olhos, mas o velho “gatinho” é o preferido das mulheres! Quem não sabe fazer, lá vai mais uma dica: IMPROVISE! Confira o passo a passo abaixo:


Qualquer dúvida é só perguntar!

Bjo! Bjo!



Texto: Joice Marques




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